Última atualização em .

Afogando na ressaca do mercado global

A bolsa brasileira sucumbiu à tensão no mercado internacional e acumulou desvalorização de 1,82% na semana. De quebra, uma rodada de resultados corporativos do primeiro trimestre frustrou investidores e impediu um saldo final melhor do índice Bovespa, que caiu pelo segundo pregão seguido nesta sexta-feira, na faixa 94 mil pontos. Declarações truncadas do cenário político restabeleceram a cautela de praxe na última sessão da semana e não ajudaram o mercado brasileiro a surfar na melhora de ânimo do exterior. Depois de ameaçar e efetivamente elevar as tarifas sobre US$200 bilhões em produtos chineses, o presidente americano Donald Trump endossou o coro da distensão entre os Estados Unidos e o país asiático ao dizer que as negociações comerciais entre ambos foram construtivas nos últimos dois dias e vão prosseguir. Em tuíte, Trump afirmou que a alta de tarifas sobre importações chinesas poderá ser revertida, a depender das futuras negociações. Com isso, os índices Dow Jones e S&P500 interromperam a série de quatro quedas seguidas e subiram 0,44% e 0,37%, respectivamente, nesta sexta-feira. O fato deve trazer impactos positivos na segunda...

O índice encerrou em queda de 0,58% aos 94.257 pontos e os destaques de hoje foram para Itaú -0,46% (ITUB4), Ambev -1,09% (ABEV3), Bradesco -0,89% (BBDC4), Petrobrás ON -0,03% (PETR3), e Petrobrás PN -0,56% (PETR4). Dólar sobe 0,08% em R$ 3,958.

Pingbacks

Pingbacks estão abertas.

Trackbacks

Trackback URL

Comentários

Ainda não há comentários.

Publique seu comentário