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Guerra comercial EUA x China: Ultimato. O mundo desaba com um twitter

O acirramento da guerra comercial entre Estados Unidos e China apagou a aposta de um entendimento iminente entre as duas nações. Depois de os EUA elevarem tarifas sobre US$200 bilhões em produtos chineses na sexta-feira, Pequim respondeu com a decisão de aumentar tarifas em quase US$60 bilhões de importações americanas a partir de junho. Tudo isso permeado pelo tom agressivo do presidente americano, Donald Trump, sugerindo que a confiança de diálogo entre as partes está fraquejando rapidamente e que o abismo entre as demandas de cada um não para de crescer. Com isso, um acordo crível ou sustentável parece distante, o que põe em xeque a saúde da economia global. De quebra, a escalada da tensão entre as duas maiores potências do mundo elimina um dos fatores por trás do recente rali dos índices americanos: justamente o alívio nas negociações comerciais entre EUA e China. Em meio às incertezas que pairam sobre o impasse, Trump afirmou que vai se encontrar com os presidentes da China, Xi Jinping, e da Rússia, Vladimir Putin, na reunião do G20, em junho no Japão.

O índice encerrou em queda de 2,69% aos 91.726 pontos e os destaques de hoje foram para Itaú -1,57% (ITUB4), Ambev -1,68% (ABEV3), Bradesco -2,49% (BBDC4), Petrobrás ON -2,86% (PETR3), e Petrobrás PN -2,92% (PETR4). Dólar sobe 1,16% em R$ 4,004. É a pior queda da Bovespa desde março/19.

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