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Bovespa sobe acima dos 90 mil pontos (último suspiro antes de um mergulho profundo)

Visualizando a assimetria aberta nas quedas dos últimos pregões desde o início do mês, investidores abrem compra hoje e o Ibovespa subiu forte 2,17%. O dia começou com forte pressão sobre o câmbio, por conta do maior ruído com o suposto embate entre o governo do presidente Jair Bolsonaro e o Congresso e o acirramento de tensões geopolíticas e diplomáticas mundo afora. Após atingir a máxima intradiária do ano, o dólar futuro na B3 recuou depois de o Banco Central colocar US$1,25 bilhão em dois leilões de linha e fechou em queda de 0,12%, a R$4,101. Já a bolsa demonstrou comportamento mais positivo, com a procura por barganhas e pelo investidor achar que, apesar do tom cada vez mais agressivo entre presidência e Congresso, há engajamento das duas partes para aprovar uma reforma da Previdência sólida e dentro dos prazos esperados. Eu, particularmente, acredito em uma deterioração da articulação política e relativa continuidade da tensão EUA x China. Não vejo o Ibov longe dos 78 mil pontos mais.

O índice encerrou em alta de 2,17% aos 91.946 pontos e os destaques de hoje foram para Itaú +2,60% (ITUB4), Ambev 0,00% (ABEV3), Bradesco +2,72% (BBDC4), Petrobrás ON +1,85% (PETR3), e Petrobrás PN +3,40% (PETR4). 

 

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