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O pacto pelo Brasil rendeu o melhor maio dos últimos 10 anos na Bovespa

Maio, tipicamente um mês de desempenho ruim nos mercados de capitais ao redor do mundo, trouxe ventos mais favoráveis para a aprovação da Reforma da Previdência no Brasil - e o investidor soube aproveitar. Apesar dos desentendimentos entre o governo e Congresso, que atingiram seu pior ponto no começo do mês anterior, houve neste mês uma inflexão, marcada pela atitude menos belicosa do presidente Jair Bolsonaro e a maior pressão popular para que o Congresso se engajasse na aprovação de pautas caras aos cidadãos, como a retomada da economia e a segurança pública. 

Assim, entramos em junho com a maior parte da agenda de medidas provisórias proposta por Bolsonaro no início do mandato aprovadas ou em vias de serem aprovadas, e outras com a chance de avançar na forma de projetos de lei. Em relação à Previdência, o balanço é positivo: a mais recente tentativa de sabotar o projeto para achacar o governo não deu em nada. Isso levou o índice Bovespa a fechar o mês com valorização de 0,70%, apesar da queda de hoje – a primeira em cinco pregões. 

Os destaques de hoje foram para Itaú -0,23% (ITUB4), Ambev +0,69% (ABEV3), Bradesco -0,24% (BBDC4), Petrobrás ON -2,15% (PETR3), e Petrobrás PN -2,29% (PETR4). Bovespa caiu 0,44% aos 97.030 pontos. Dólar caiu 1,45% a R$ 3,935.

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