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Super quarta dos juros traz a cautela e mercados fecham no vermelho novamente

Como disse ontem, mercados esperam definição de juros nos EUA e no Brasil. Em ambos, espera-se redução da taxa de juros o que deve ocorrer mais certamente aqui no Brasil. Nos EUA acredito que não ocorra a despeito da pressão de Trump que anseia em estimular mais a economia americana, mas o FED tem mais autonomia e há preocupações de pressões inflacionárias oriunda em provável desequilíbrio entre demanda e oferta monetária advinda do aumento do produto. Aqui no Brasil também há pressão para o banco central reduzir também por motivos de estímulos da economia, mas também como bandeira política da menor taxa de juros da história, por exemplo. Aqui temos uma sombra inflacionária já concretizada através do aumento da carne e dos combustíveis o que pode ter chego a um patamar de preço e estacionar, pressionando menos a inflação até porque o crescimento do produto tem ganho mais vigor, trazendo equilíbrio para a equação.

Os destaques de ontem da Bovespa foram para Itaú -1,45% (ITUB4), Ambev -0,38% (ABEV3), Bradesco -0,35% (BBDC4), Petrobrás ON +0,62% (PETR3), e Petrobrás PN +0,76% (PETR4). Bovespa caiu 0,28% aos 110.672 pontos. Dólar praticamente estável +0,08% a R$ 4,150.

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