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Mundo dividido no dia em que EUA e China assinam acordo comercial

Mercados na Ásia estão tendo um início de pregão agora já que é quinta-feira já para eles, com os investidores analisando os detalhes do acordo comercial entre EUA e China. As cotações das ações nos EUA alcançaram novos máximas históricas e o rendimento dos títulos do tesouro também mantiveram ganhos.

O acordo compromete a China a fazer mais para reprimir o roubo de tecnologia e segredos corporativos americanos por suas empresas e entidades estatais. Também vincula Pequim a evitar manipulação de moeda para obter vantagens e inclui um sistema de execução para garantir que as promessas sejam cumpridas.

Dada a quantidade de especulações dos mercados e comentários de autoridades antes da assinatura de quarta-feira, é surpreendente que os mercados não tenham se recuperado muito após a assinatura final. Os mercados provavelmente continuarão a precificar com um prêmio de risco elevado, o que poderia ser uma fonte de volatilidade ao longo de 2020.

Os destaques de hoje da Bovespa foram Itaú -1,23% (ITUB4), Ambev -1,78% (ABEV3), Bradesco -1,75% (BBDC4), Petrobrás ON -2,23% (PETR3), e Petrobrás PN -1,50% (PETR4). Bovespa caiu 1,04% aos 116.414 pontos. Dólar estáve 0,00% a R$ 4,1751.

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