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Investidores brilhantes e felizes

No cenário externo, o otimismo do início do pregão veio dos informes que vários estados americanos já trabalham na redução das quarentenas e início de retomada da atividade. Hoje, o presidente Donald Trump, ao anunciar linhas especiais para pequenas empresas, voltou a afirmar que o pior da epidemia no país ficou para trás, enquanto o governador de Nova Iorque, Andrew Cuomo, anunciou um plano com 12 passos para reabrir a economia do Estado. Agora à noite empresas importantes vão divulgar resultados do 1T2020, como as empresas do Aplhabet (Apple e demais) com expectativas ruins de resultados, e isso fez índices americanos despencarem. Amanhã minhas expectativas são de mercado zerando ganhos recém conquistados. O índice S&P500 caiu 0,52%, Nasdaq -1,40% e Dow Jones -0,13%.

No Brasil, temos a aproximação do presidente Bolsonaro com até então rival o "centrão", bloco de partidos que muitos julgam nem à esquerda, nem à direita, mas que na verdade reúne o pior das duas esferas políticas. Aliar-se com o "centrão" era uma postura que o Bolsonaro repudiou em campanha. Agora, o governo está trabtalhando com o presidente do senado, Davi Alcolumbre, o pacote de socorro aos estados e municípios que carrega uma boa noitícia ao menos: está atrelado ao congelamento de salários dos servidores públicos, casta intocada da sociedade mais priviegiada do país e imune as efeitos econômicos e morais do Corona Vírus.

Os destaques de hoje da Bovespa foram Itaú +8,25% (ITUB4), Ambev +0,78% (ABEV3), Bradesco +8,77% (BBDC4), Petrobrás ON +7,26% (PETR3), e Petrobrás PN +4,86% (PETR4). Bovespa subiu 3,93% aos 81.312 pontos. Dólar caiu forte -2,85% a R$ 5,496.

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