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Bovespa se mantém acima dos 113k

Já é terça na Ásia e por lá as ações asiáticas abriram em queda na terça-feira com o aumento das infecções por coronavírus nos EUA pesando sobre os ativos de risco. A libra reduziu as perdas à medida que o Reino Unido recuou da ameaça de quebrar o acordo do Brexit.

Os benchmarks de ações caíram hoje no Japão e na Coréia do Sul, enquanto a Austrália ficou estável. Os contratos do S&P 500 recuaram depois que o índice de referência caiu de uma alta histórica, liderada por ações de energia e financeiras, em meio a temores de restrições à medida que as infecções aumentam. O Nasdaq 100 fechou em alta pelo nono dia consecutivo, em sua sequência de topos mais longa em quase um ano. Os rendimentos do Tesouro de dez anos caíram para 0,9% à medida que o sentimento de perda de risco aumentou e o dólar manteve ganhos em relação aos seus principais pares. O petróleo caiu e o ouro ficou estável após saltar mais de 1%.

O iene pouco mudou quando o primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, revelou 40 trilhões de ienes (cerca de US $ 380 bilhões) em medidas fiscais como parte do estímulo para uma recuperação econômica da pandemia.

No Brasil, conforme postei em meu instagram de manhã (@professorfernandoamaral) a Bovespa foi contagiada com a cautela global e o dia terminou com praticamente estável acima dos 113k com queda de 0,14% fechando em 113.589 com destaque para Ambev (ABEV3) +1,56%, Itaú (ITUB4) +0,59%, Bradesco (BBDC3) +0,35%, Petrobrás ON (PETR3) -2,24% e Petrobrás PN (PETR4) -1,93%. Durante o pregão, houve uma forte queda com boato que o governo iria quebrar a regra do teto de gastos e o Ibov chegou a perder 2k de pontos, mas que praticamente se recuperou depois que o boato foi desmentido.

 

 

 

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