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Começando com o pé direito

Wall Street subiu no primeiro dia de negociação de outubro, com o Dow Jones ganhando 480 pontos, o S&P subindo mais de 1% e o Nasdaq subindo 0,8% impulsionado por dados econômicos favoráveis, um potencial tratamento oral contra Covid-19 e otimismo sobre o aprovação de uma lei de infraestrutura. As ações da Merck dispararam depois que a empresa disse que sua pílula experimental contra o coronavírus reduz o risco de morte e hospitalização em 50%. Na frente de dados econômicos, produção industrial aponta uma alta em 4 meses, os números de gastos pessoais das famílias americanas superaram as previsões e os preços do PCE continuaram apontando para uma alta pressão inflacionária. Na frente política, os democratas da Câmara atrasaram os planos de votar um projeto de infraestrutura de US$ 1 trilhão, pois nenhum acordo foi fechado ainda. Além disso, tanto o Senado quanto a Câmara aprovaram um projeto de lei de dotações de curto prazo que manteria o governo funcionando até 3 de dezembro. Para a semana, no entanto, todos os três índices registraram perdas com o S&P 500 e o Nasdaq apresentando sua maior queda percentual semanal desde fevereiro.

No Brasil, o Ibovespa também subiu, mas fechou a semana em queda, com os investidores de olho na prorrogação do Auxílio Emergencial e no novo Bolsa Família, que depende dos precatórios e da Reforma do Imposto de Renda.  O Ibovespa acompanhou o exterior e encerrou a primeira sessão de outubro em alta, impulsionado pelo setor financeiro e pela valorização das commodities no mercado internacional. Na semana, porém, acumulou queda de 0,34%.Ontem o índice subiu 1,73% a 112.899 pontos. Os destaques de ontem foram para Ambev (ABEV3) -0,20%, Itaú (ITUB4) +2,56%, Bradesco (BBDC3) +2,13%, Petrobrás ON (PETR3) +1,88% e Petrobrás PN (PETR4) +2,83%.

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