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Trump se aproxima das tarifas da China, para evitar a guerra comercial global

O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou na quinta-feira um memorando presidencial que pode impor tarifas de até US $ 60 bilhões contra as importações da China. Essa decisão é muito diferente das ameaças que poderiam ter desencadeado uma guerra comercial global.

Sob os termos do memorando, Trump irá direcionar as importações chinesas somente após um período de consulta, uma medida que dará aos lobistas da indústria a chance de diluir uma lista de alvos proposta que agora vai para apenas 1.300 produtos.

O aço e o alumínio brasileiro não será mais atingido.

A China também terá tempo para responder às ações de Trump, reduzindo o risco de uma retaliação que seria dramática para toda a economia global.

Trump deu até um tom amoroso ao começar a falar. "Eu os vejo como um amigo".

Os EUA apresentarão uma lista de produtos chineses que podem ser segmentados, principalmente do setor de alta tecnologia.

Haverá então um período de consulta de 60 dias antes da ação definitiva ser tomada.

O governo busca tarifar de US$ 50 bilhões em produtos chineses. O racional é baseado em um cálculo do impacto sobre os lucros das empresas norte-americanas que foram forçadas a entregar a propriedade intelectual como o preço de fazer negócios na China.

Hoje foi o pior dia para o índice S&P500 das últimas 6 semanas

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