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Bovespa não subiu hoje por opção

A proximidade com o vencimento de opções de ações amanhã fizeram o Ibovespa recuar

Wall Street subiu mais de 1,5% nessa quinta-feira, recuperando o ímpeto após as quedas no final desse terceiro trimestre, com o foco dos investidores voltando para a perspectiva de crescimento econômico sólido e resultados corporativos robustos. Os resultados do Citigroup, Wells Fargo, Bank of America, Morgan Stanley e UnitedHealth superaram as previsões de mercado após JPMorgan e BlackRock já terem feito o mesmo. O rendimento dos títulos do Tesouro dos EUA de 10 anos caiu para menos de 1,52%, fazendo migrar a atenção para os ativos de renda variável, beneficiando ações de grandes empresas de tecnologia, como Microsoft, Apple, Facebook e Alphabet. Enquanto isso, novos dados econômicos forneceram suporte adicional com os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caindo para uma nova baixa desde o início da pandemia e a inflação ao produtor subindo menos do que o esperado. O Dow Jones saltou 534,75 pontos, ou 1,6%, para 34.912,56; o S&P 500 somou 1,7%, para 4.438,26, o maior patamar desde março; e o Nasdaq subiu 1,7% para 14.823,43.

O Ibovespa recuou 0,24% hoje, a 113.185 pontos, descolado do exterior, com os investidores realizando lucros da véspera e de olho no risco fiscal pela possibilidade de extensão do Auxílio Emergencial e vencimento de opções sobre ações. As exportadoras, varejistas e tecnológicas pesaram. O risco fiscal também estressou o câmbio e os DIs, com a curva de juros subindo em até 9 pontos-base, enquanto o dólar futuro fechou praticamente estável, a R$5,529, mesmo após leilão extra de swaps do Banco Central, que anunciou outra oferta para amanhã. Os destaques de hoje foram para Ambev (ABEV3) -0,13%, Bradesco (BBDC3) -0,96%, Itaú (ITUB4) -0,49%, Petrobrás ON (PETR3) -0,17% e Petrobrás PN (PETR4) +0,17%.

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