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Eu disse que ia subir e tá subindo...

Wall Street fechou em alta nessa quarta-feira após a divulgação do relatório de inflação, embora no final do pregão os ganhos reverteram. O Dow Jones subiu 40 pontos depois de subir quase 200 no início do pregão, enquanto o S&P cortou os ganhos para 0,3% e o Nasdaq Composite para 0,2%. Os números da inflação nos EUA vieram em linha com as previsões, aliviando as preocupações de que o Fed precisará apertar a política fiscal mais rápido do que o anunciado anteriormente. Além disso, os rendimentos do Tesouro caíram, dando algum alívio ao setor de tecnologia. Na frente corporativa, as ações ligadas à recuperação econômica estavam entre as de melhor desempenho, com a empresa química Mosaic subindo mais de 3%, enquanto gigantes de software como Microsoft e Alphabet ganharam mais de 1%. Enquanto isso, as ações da Biogen caíram quase 7% depois que o Medicare disse que cobrirá apenas parcialmente o medicamento Aduhelm para Alzheimer. Os investidores agora voltam sua atenção para a temporada de lucros com Wells Fargo, Citigroup, JPMorgan, que deve ser divulgado na sexta-feira.

Por aqui, o Ibovespa aproveitou o maior apetite por risco global e reverteu o saldo negativo de 2022 ao encerrar a sessão desta quarta-feira em alta de 1,84% a 105.685 pontos, no maior nível desde 17 de dezembro. A Vale e a Petrobras impulsionaram o índice, que, no acumulado do ano, sobe 0,82%. Além disso, a desaceleração da inflação nos EUA contribuiu para o recuo do dólar futuro, que fechou em queda de 0,66% a R$5,556, no menor fechamento desde 12 de novembro. A curva de juros acompanhou, cedendo em até 31,5 pontos-base. Os destaques de ontem foram para Ambev (ABEV3) +1,36%, Itaú (ITUB4) -0,43% Bradesco (BBDC3) -0,88%, Petrobrás ON (PETR3) +3,31% e Petrobrás PN (PETR4) +3,05%.

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